sexta-feira, 11 de novembro de 2011

DRAMATIZAÇÃO COLETIVA

Provérbios - S. Martinho


· Martinho bebe o vinho, deixa a água para o moinho.

· No dia de S. Martinho, fura o teu pipinho.

· No dia de S. Martinho, come-se castanhas e bebe-se vinho.

· No dia de S. Martinho, lume, castanhas e vinho.

· No dia de S. Martinho, mata o porquinho, abre o pipinho, põe-te mal com o teu vizinho.

· No dia de S. Martinho, mata o teu porco, chega-te ao lume, assa castanhas e prova o teu vinho.

· No dia de S. Martinho, mata o teu porco e bebe o teu vinho. · No dia de S. Martinho, vai à adega e prova o teu vinho.


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“S. Martinho”, dramatização coletiva (alunos das turmas):

- Promover o gosto pela arte dramática;
- Fomentar os laços entre os alunos das diferentes turmas de 4.º ano;

HORA DO CONTO


Fomos à Biblioteca Municipal de Sesimbra participar na Hora do Conto.
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AsAs Cozinheiras de Livros venceu o Prémio Literário Maria Rosa Colaço 2008


(modalidade Literatura Infantil).


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Mais uma vez fomos encantados com uma história muito bonita: "As Cozinheiras de Livros" escrito por Margarida Botelho. Ajudámos a contar a história e no fim ainda recebemos uma oferta - uma colher de pau (em pano).



Ficámos a saber que, aos Sábados, de 15 em 15 dias há Hora do Conto às 11h e ateliers de Expressão Plástica às 15h, e nós podemos ir, mesmo sem nos inscrevermos, é só aparecer!

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

PLANO NACIONAL DE LEITURA


Para já, apenas explorámos a capa, a lombada, a contracapa da obra e fizemos os respectivos registos nas fichas de leitura orientada que a nossa professora elaborou e que farão parte de um portefólio individual.


Aguardem...Vai ser uma história emocionante!

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segunda-feira, 7 de novembro de 2011

VIRIATO... O GRANDE CHEFE!


Chefe militar lusitano do século II a. C. Tendo-se primeiro dedicado à pastorícia, como era comum para os homens do seu povo, veio a assumir a chefia dos Lusitanos contra o exército romano invasor, vencendo-o por sucessivas vezes. Ao fim de oito anos (147-139 a. C.) de resistência bem sucedida, Viriato morreu assassinado por traidores, que se venderam a troco de recompensa.




quinta-feira, 3 de novembro de 2011

ANIVERSÁRIO DE...




Desejamos à nossa colega e amiga Inês M., um resto de dia muito feliz.




Muitas felicidades e que este dia se repita por muitos e longos anos de vida.

terça-feira, 1 de novembro de 2011

O TERRAMOTO DE 1755

A maior catástrofe natural que alguma vez aconteceu em Portugal foi o terramoto de Lisboa de 1755.

Neste terramoto, morreram cerca de 60 mil pessoas. Destas, cerca de 20 mil morreram em Lisboa (na época, viviam 250 mil pessoas nesta cidade!).

Apesar de o terramoto ter sido em Lisboa, o tremor de terra foi tão forte que provocou estragos em todo o país e sentiu-se até ao Sul de França e ao Norte de África!

Tudo aconteceu no dia 1 de novembro de 1755. Como era Dia de Todos os Santos, as pessoas tinham acordado muito cedo para irem à missa.

Como era dia de guarda (como se chamava dantes aos feriados religiosos), havia muitas velas acesas nas casas e nos altares das igrejas. Além disso, o dia estava muito frio, o que fez com que as pessoas tivessem deixado as lareiras acesas em casa.
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Mas, ninguém podia imaginar o que iria acontecer...
Eram cerca das 9h45 da manhã, quando se sentiu um abalo de terra muito violento.
Em toda a cidade de Lisboa começaram a ruir casas e prédios e a cair pedras para a rua. Muitas pessoas ficaram soterradas nas igrejas onde estavam a assistir à missa.

O cais da cidade afundou-se completamente e a água do rio Tejo começou a avançar para a cidade.

Além do terramoto em terra, sentia-se o maremoto no mar e no rio. Os barcos que estavam no rio começaram a rodopiar e a afundar-se a pique.

Abriram-se falhas na terra, em zonas como Alcântara, Sacavém, S. Martinho, Azeitão e Setúbal. Dessas falhas, surgiu água, vento e vapores.

Passado algum tempo, houve um segundo abalo muito violento.
A cidade incendiou-se. As velas e as lareiras que tinham sido deixadas acesas ajudaram a chamas a crescer ainda mais.

As pessoas que sobreviveram rezavam nas ruas, cobertas de pó.

Durante horas, os abalos não pararam, embora já fossem mais fracos do que os primeiros.
Em Lisboa, a baixa estava praticamente destruída. Caíram casas, igrejas e edifícios públicos.

Milhares de pessoas desceram até ao Terreiro do Paço para tentarem fugir dos incêndios e da queda de paredes e pedras.


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Levaram todos os pertences que puderam e tentaram apanhar um dos barcos que estavam a recolher pessoas. Mas as ondas do rio estavam tão altas que acabaram por arrastar os barcos e muitas pessoas se afogaram.

Durante três dias, os abalos e os incêndios não pararam! O terramoto destruiu a baixa de Lisboa e fez ruir casas e monumentos por todo o país.

Depois de passado o horror, o rei ordenou ao Marquês de Pombal que reconstruísse a baixa da cidade.

Foi nesta época que se construiu a Praça do Rossio, o Arco da Rua Augusta e as ruas paralelas e perpendiculares da baixa onde agora é zona de compras.

A maior parte dos monumentos que ficaram destruídos, foram depois restaurados.

No entanto, houve alguns monumentos, como o Convento do Carmo, em Lisboa, em que não se fizeram obras, para simbolizar este acontecimento tão trágico.